Nós, os homens, que nos julgamos inteligências de gravata, somos…

Por Dejovu em

Nós, os homens, que nos julgamos inteligências de gravata, somos ridiculamente arrogantes da nossa superioridade. Imaginamo-nos criaturas privilegiadas com dois sentidos mais que o homem simples, sincero como a natureza o produziu, e nú dos enfeites da arte, que formam uma segunda natureza, com a qual falseamos todas as propensões ingénuas da primeira. É bem tola a nossa soberba!

Autor: Castelo Branco

Categorias: Reflexivas

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